As boas notícias estão por ai
A entrega da licença prévia da Siderúrgica Aços Laminados do Pará (Alpa), em Marabá, sudeste do Estado pela governadora Ana Júlia Carepa, significa um novo momento para o estado do Pará. Apenas no projeto estão previstos investimentos de aproximadamente R$ 6 bilhões, para a de produção algo em torno 2 milhões de toneladas de placas e 500 mil toneladas de aços laminados por ano. Mas os investimentos não param por ai. Leia abaixo as notas do jornal Diário do Pará, que circula neste domingo 4 de abril:Pará vai receber R$ 100 bilhões até 2014
R$ 100 bi para mudar o sul e sudeste do Pará
O município de Marabá, que amanhã completa 97 anos, vive um momento histórico. Na quarta, 31 de março, o presidente da Vale, Roger Agnelli, esteve lá para receber da governadora Ana Júlia a licença prévia da siderúrgica Aços Laminados do Pará (Alpa), que a mineradora vai implantar naquela cidade. Roger Agnelli aproveitou a ocasião para anunciar o início das obras civis do empreendimento, que começam de imediato com os serviços de terraplenagem e devem alcançar em outubro próximo as demais etapas.
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Um divisor de águas na história industrial do PA?
Todos os oradores da solenidade realizada na quarta-feira em Marabá classificaram como um fato histórico a liberação da licença prévia da Alpa e o início das obras de implantação da siderúrgica. Neste sentido, se manifestaram, por exemplo, o presidente da Vale, Roger Agnelli, a governadora Ana Júlia, o prefeito de Marabá, Maurino Magalhães, e o secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Estado, Maurílio Monteiro. Este chegou a declarar que a Alpa será um divisor de águas na história da indústria paraense.
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Siderurgia abrirá novos negócios no Estado
Para o diretor de ferrosos norte da Vale, José Carlos Soares, a Alpa deverá dar origem no Pará a dois grandes polos metal-mecânicos, nos municípios de Marabá e Barcarena. De simples fábricas de arames e parafusos até barcaças para a indústria naval, passando pelos produtos da linha branca – geladeiras, fogões e máquinas de lavar –, nenhuma possibilidade, segundo ele, pode ser descartada. Nem mesmo, quem sabe, uma futura planta da indústria automobilística.
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Como se vê, o que não faltam são boas notícias, elas estão por ai e, em breve vão redesenhar a realidade deste gigante estado.
Renan Lima






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